Com boas-vindas de Bolsonaro e Bretas, Moro adere ao Twitter e ganha 25 mil seguidores em uma hora

BRASÍLIA e RIO – O ministro da Justiça,  Sergio Moro , aderiu às redes sociais nesta quinta-feira e começou a postar comentários em sua conta recém-criada noTwitter. Moro conquistou mais de 25 mil seguidores em menos de uma hora, tuiutou quatro vezes e ganhou cerca de 20 mil curtidas dos usuários. Saudado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo juiz federal Marcelo Bretas , o ministro comentou a existência de perfis de apoio e de contas falsas sobre ele, explicou que o objetivo dele na internet é “divulgar projetos e propostas”, apesar do trabalho intenso, e afirmou que pretende divulgar as ações de sua pasta.

“Nem sempre poderei estar por aqui, pois o trabalho é intenso, mas quando possível darei informações sobre as ações do Ministério.”, explicou Moro.

O ministro afirmou que vai explicar sobre o projeto de lei anticrime, já encaminhado ao Congresso. A proposta sofreu críticas e na Câmara só deve ser analisada após esforço do governo para votar a reforma da previdência.

“Resolvi aderir ao twitter pois é um instrumento poderoso de comunicação. A ideia é divulgar os projetos e as propostas do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, escreveu o ministro que iniciou seus comentários avisando: “… há muitas páginas de apoio e até alguns perfis falsos, mas este Twitter é meu mesmo, Sergio Moro”.

Figura frequente no Twitter, Bolsonaro foi um dos primeiros integrantes do governo a saudar Moro, que passou a ser seguido também pelos ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Ricardo Vélez (Educação). O presidente enviou uma mensagem endereçada ao responsável pela pasta da Justiça.

Pacote anticrime

O pacote, com três projetos, foi apresentado por Moro, na Câmara, em fevereiro. Após atritos com o presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que chegou a criticar o projeto , houve um acordo na semana passada para destravar o trâmite da proposta. Maia criou um grupo de trabalho para analisar a unificação dos projetos de Moro e de Alexandre de  Moraes.

Ao mesmo tempo, as propostas começaram a tramitar no Senado com objetivo de agilizar a análise das medidas.A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), escolheu os relatores dos três projetos e pretende pautá-las para votação assim que os pareceres forem apresentados pelos colegas. 

Fonte: O GLOBO

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